A minha mãe e o meu padrasto desafiaram-me a ir passear por Beja numa folga e lá fui eu à descoberta da cidade, onde nos tinham recomendado, entre outras visitas, conhecer o restaurante Espelho d’Água. Não é propriamente um espaço de grandes dimensões, não está decorado de forma criativa. Por que será que nos cativou?

Comer no Espelho d’água

As Bebidas:

       Era um dia em que queríamos aproveitar o tempo em família e celebrar a vida, por isso pedimos uma deliciosa sangria de espumante e frutos vermelhos para acompanhar toda a refeição. Com espumante e frutos vermelhos não há como não ser bom, não é? Bom, a menos que o Pedro tivesse ido, que já sabem que ele não bebe álcool. Mas teria gostado muito de experimentar as entradas de queijos e, quiçá, os torresmos (que isso eu já dispenso).

Comer no Espelho d'águaA Ementa:

       Eu pedi umas espetadas de polvo que vinham acompanhadas de batatas a murro e migas de hortelã. Não aprecio particularmente migas, mas estas tinham uma frescura que lhes dava um maior interesse. Gostei mesmo muito, por isso fiquei com vontade de experimentar o resto e assim o fizemos. Cada um experimentou um pouco do que tínhamos pedido. O prato da minha mãe foi espetada de salmão, tamboril e gambas. Vem servido num ferro de espetada grande que dá um aspecto diferente do comum, sendo que na base havia uma pequena mistura de legumes cozidos.
Comer no Espelho d'águaComer no Espelho d'águaComer no Espelho d'água
       O meu padrasto pediu migas de espargos com carnes de alguidar. Obviamente que não experimentei a carne, mas as migas estavam deliciosas (e volto a salientar que eu nem costumo apreciar). As fotografias são o possível, já que o espaço é pequeno e quase não tem luz (o que é uma pena, já que a vista que fica na lateral é arrebatadora, para um pequeno jardim com a água (daí o nome do restaurante ser o espelho d’água)). Achámos um espaço bonito, mas mal aproveitado no interior.

As Sobremesas:

       Para finalizar, abusámos das sobremesas. Para fazermos pirraça ao Pedro pedimos algo que ele adora que é o requeijão com doce, que nunca falha. A par disso pedimos pudim de requeijão que ninguém apreciou particularmente. O João (o padrasto) pediu siricaia de ameixa, que ele gosta muito, mas que eu não gostei nada. Eu pedi doce da avózinha que é uma maravilha. Mais uma vez comemos um pouco de tudo.
Comer no Espelho d'água
       Para finalizar, há que referir que a comida era divina. Era realmente muito boa e quase saímos de lá a rebolar. No entanto, preparem a boa da nota, porque é um pouco mais caro… Por tudo isto, para três pessoas pagámos quase 70€. Tive pena de o Pedro não ter podido experimentar estas iguarias, mas fica para uma próxima. Pode ser que nessa altura já esteja mais composto em decoração e mais luminoso.
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Espelho d’Água
Rua de Lisboa Restaurante do Parque da Cidade
Beja [Ver Mapa]284 325 103   |   [email protected]   |   Facebook

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